O humor com que acordamos; o tempo que estamos com a água ligada no banho; as roupas que usamos; a atenção que dedicamos aos outros, família, ou desconhecidos; o que escolhemos para comer, e para beber; o meio de transporte que usamos; o tempo que olhamos para o telemóvel; a importância que damos às coisas; a forma como desempenhamos o nosso trabalho; a disposição para conversar com quem precisa; os conselhos que pedimos e damos; o dinheiro que gastamos; as luzes que acendemos; os abraços que oferecemos; os elogios que fazemos; as ofensas que cometemos; o que dizemos; a forma como nos aborrecemos; o tempo que dormimos, e como, e com quem; a opinião que temos; os sentimentos que desenvolvemos; o que pensamos; o que ambicionamos; com o que nos preocupamos; a que horas chegamos a casa; o valor que damos a quem amamos.

As escolhas que fazemos, conscientes, ou não, importam. Tudo o que fazemos importa. Por muito que nos pareça insignificante, não é. É sempre de uma importância gigante. Como é cada dia da nossa vida.

E que ninguém se esqueça disso.

 

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